BRUCE WAYNE
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Página de BRUCE WAYNE

Últimas atividades

BRUCE WAYNE entrou no grupo de Daniel Skroski
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Windows 8

Esse grupo é dedicado a discutir dúvidas na implementação de aplicativos para Windows 8 usando o Visual Studio 2012. Participe enviando e respondendo dúvidas além de novidades sobre o Windows 8.OBS:a) Uma pergunta por postb) Posts foram do padrão serão excluidosc) "Para os feras", "Dúvida cruel", "O impossível" serão excluidos pelos moderadoresd) Posts que não tratam a area em questão serão excluídosEnviar apenas posts sobre mono android. Para outros assuntos use os outros gruposVer mais...
29 Set, 2012
BRUCE WAYNE comentou o vídeo de Ramon Durães
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Nokia Lumia - Doce surpresa

"Muito bom post ...criatividade é tudo!"
23 Mar, 2012
BRUCE WAYNE respondeu à discussão Como distribuir a minha Aplicação? de BRUCE WAYNE no grupo C# (Csharp)
"Caro Eduardo, Vou dar mais uma olhada na documentação que vc passou, obrigado pelas informações..."
13 Mar, 2012
BRUCE WAYNE respondeu à discussão Como distribuir a minha Aplicação? de BRUCE WAYNE no grupo C# (Csharp)
"Caro Eduardo, Clickonce faz ref ao deploy de aplicações web, ou seja , instala num servidor de aplicação não é? a minha aplicação é simples, e desktop usando o nosso velho…"
13 Mar, 2012
BRUCE WAYNE atualizaram seus perfis
13 Mar, 2012
BRUCE WAYNE adicionou uma discussão ao grupo C# (Csharp)
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Como distribuir a minha Aplicação?

Caros Amigos,Fiz uma pequena aplicação em C#, uma Agenda, e gostaria de distribui-la para clients usando alguma espécie de instalador, pra que o usuário final não precisasse ficar baixando frameworks para conseguir rodá-la...alguém conhece algum caminho no Visual Studio que faça isso?Obrigado.Ver mais...
13 Mar, 2012
BRUCE WAYNE entrou no grupo de Vagner .S
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C# (Csharp)

É fundamental antes de postar escrever um titulo claro para o o post e na descrição do mesmo colocar o máximo de informações para que os outros participantes possam participar. Faça apenas comentários referentes ao tema C#. Cada dúvida deve ser enviada em um post separado.Modelo:Titulo: "Problema carregando dropdown na master page"Descrição:Relatar passo a passo o que você está implementando e descrever como simular o erro.OBS:a) Uma pergunta por postb) Posts fora do padrão serão excluidosc)…Ver mais...
13 Mar, 2012
BRUCE WAYNE curtiram o evento C# (Csharp) de Vagner .S
12 Mar, 2012
BRUCE WAYNE comentou o vídeo de Ramon Durães
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DevBrasil - Prazer em desenvolver software

"Parabéns Ramon, por tudo quanto tem feito na área do ensino, e divulgação das tecnologias .Net para a aldeia global, especialmente no Brasil. Atentei para seus conselhos no vídeo e aparecerei mais vezes para trocar…"
12 Mar, 2012
BRUCE WAYNE comentou a postagem no blog SQL – Como excluir registros duplicados numa tabela sem chave primária. de Carlos Mattos (MVP)
"Muito bom Artigo, parabéns!"
27 Jun, 2011
BRUCE WAYNE comentou a postagem no blog NuGet de Alex Pedrero
"Explendido! Obrigado pela matéria..."
27 Jun, 2011
BRUCE WAYNE entrou no grupo de Paulo S. Moraes Junior
6 Abr, 2011
BRUCE WAYNE respondeu à discussão DevBrasil Summit 2011 (Parte 2) de Ramon Durães no grupo Comunidade
"Local: Rio - RJ Temas: EF NHIBERNATE MVC 3 Abraços!"
6 Abr, 2011
BRUCE WAYNE deixou um comentário para Felipe Ramalho
"Caro amigo felipe, desculpa a demora pra responder, to anotando seu msn e add a noite quando entrar de casa...e vc como vai o progresso no aprendizado? Abraços."
11 Fev, 2011


SOA versus CBD

Muitas comparações já foram feitas entre desenvolvimento orientado a objetos (OO) e o desenvolvimento baseado em componentes
(CBD). Componentes e objetos, possuem características similares, como anecessidade de interfaces bem definidas e a disponibilização de operações aos seus clientes. Essas semelhanças dificultam ainda mais o entendimento de OO e CBD.
Algo muito parecido vem acontecendo no caso de CBD e SOA. Como veremos, existem conceitos de CBD e SOA similares, por exemplo,
encapsulamento, contratos e reuso, que podem dificultar a comparação dessas abordagens. Para uma melhor comparação é necessário compreender os conceitos essenciais envolvidos, quais sejam, processos de negócio, componentes realizadores dos serviços, entre outros.
O presente artigo não trata de tecnologia, como “REST versus SOAP/WS”, ou “serviços implementados com EJB/RMI”.
Atualmente, existe uma infra-estrutura tecnológica pronta, que suporta o desenvolvimento OO + CBD + SOA sem muito esforço, mas não garante, apenas permite a aplicação das abordagens citadas. Web Services não são necessariamente SOA, e EJB não é necessariamente componente. Uma comparação de CBD x SOA é muito abrangente e, portanto, envolve questões de várias dimensões. Sendo assim, este
artigo focará nos serviços que refletem os processos de negócio. Isto porque, é apenas nesse âmbito que o SOA pode cumprir sua promessa de alinhar TI com negócio.


SOA: evolução, não inovação


Desconfie quando alguém fala que uma abordagem em TI é totalmente nova, pois, normalmente, as novidades do mercado
complementam ou corrigem as antigas, e não as substituem. Soluções como CBD e SOA se destinam, na maioria das vezes, a
superar limitações humanas, como lidar com grande quantidade de informações complexas. Para lidar com tal complexidade, a abstração é uma ferramenta chave, e está intimamente relacionada com o conceito de encapsulamento. Focando nesse aspecto essencial, Page Jones
descreve em seu livro “Fundamentals of Object-Oriented Design in UML” os níveis de encapsulamento. Baseando-se nesses
níveis, é possível partir de simples linhas de código e chegar ao SOA, passando por CBD, mesmo considerando que essas
abordagens foram concebidas em contextos diferentes.
No início, eram apenas linhas de código e vários GOTOs. Quem já programou assim lembra que, muitas vezes, face à
necessidade de se fazer uma alteração, era mais fácil recodificar o programa inteiro
em função da desorganização que existia.
Além disso, para realizar qualquer manutenção, era preciso memorizar todo o código envolvido. Com a adoção de sub-rotinas (primeiro
nível de encapsulamento), foi possível reaproveitar as linhas de código. Estas linhas, encapsuladas através de uma subrotina,
podiam ser chamadas quantas vezes fossem necessárias. Além disso, usava-se a decomposição funcional, ou seja, um problema era dividido em
problemas menores (sub-rotinas) sucessivamente, e depois, as operações eram agrupadas em módulos lógicos. Infelizmente, a maioria das hierarquias de subrotinas geradas com essa abordagem não são suficientemente independentes para garantir reuso ou alterações controladas, pois, existe um acoplamento forte e sem controle. Assim, apenas esse nível de encapsulamento deixava a manutenção cara em ambientes com aplicações numerosas ou complexas. Neste caso, uma alteração no código poderia afetar de forma imprevisível todo o sistema, sendo necessário
testá-lo novamente por completo. Com a dificuldade na manutenção que a decomposição funcional provocava em sistemas grandes ou complexos, em determinado momento da história os dados passaram a ser o centro das aplicações, pois era possível mantê-los de
forma relativamente estável. O código era tratado como algo descartável, ou seja, muito pouco esforço era feito para criar um código de qualidade e garantir o reuso no desenvolvimento. Esquema dos níveis de encapsulamento com serviços tudo. O efeito colateral dessa abordagem foi muita replicação de código. Em função das limitações da abordagem de decomposição funcional, fez-se necessária a criação de mais um nível de encapsulamento: a classe. Nessa abordagem, as “sub-rotinas” e os “dados” estão em uma única estrutura. Os “dados” são
protegidos através das “sub-rotinas”, e os “dados” também são objetos. Para uma definição um pouco mais formal, temos que citar a retenção do estado e a identidade única. Na abordagem OO, o foco está em atribuir responsabilidades (comportamento) coesas e para cumprir
tais responsabilidades, os objetos trocam mensagens entre si. O paradigma orientado a objetos busca meios de diminuir o “gap semântico”. Em outras palavras, diminuir a distância entre o problema no mundo real e o modelo abstrato construído.
Com a estratégia de “dividir para conquistar”, e também inspirado nos princípios da engenharia eletrônica, foi criado mais um nível de encapsulamento, qual seja, o componente de negócio. O componente encapsula objetos, protegendo- os com uma interface, de maneira contratual. O uso de contrato (Design by Contract) implica que cada uma das operações do componente é definida em termos de sua assinatura (seus tipos de argumentos de entrada e saída) e de suas pré-condições e pós-condições. Um componente oferece funcionalidades, por meio de interfaces bem definidas, para o meio externo. Componentes de negócio são subsistemas projetados para serem reutilizáveis corporativamente, mas a reutilização não é a única motivação. A necessidade de lidar com modificações de maneira rápida e controlada tornou-se essencial atualmente. Serviços são parecidos com componentes em muitos aspectos, por exemplo, a
ênfase em interfaces. Contudo, ele é a representação lógica de uma tarefa de negócio repetitiva que tem um resultado específico (por exemplo, verificação de crédito dos clientes e fornecer dados meteorológicos). Uma abordagem promissora mostra serviços sendo encontrados
diretamente em processos de negócio. SOA é um estilo arquitetônico, que suporta a orientação a serviços, com foco nos processos de negócios. Para uma definição formal, veja o site The Open Group (http://www.opengroup.org/projects/soa/doc.tpl?gdid=10632).

O desenvolvimento baseado em componente fornece uma base experimentada e testada para a implementação de SOA.
Pode-se considerar que serviços, no caso do SOA, encapsulam componentes.


Conceituando SOA


Martin Fowler descreve a confusão em torno de SOA em um post no seu bliki, de leitura obrigatória, chamado Service Oriented Ambiguity (endereço relacionado no quadro Links). O cientista sustenta que é impossível responder o que é SOA, pois, para pessoas diferentes, SOA possui significados distintos. Entretanto, podemos relacionar algumas idéias e mitos recorrentes na conceituação de SOA, que, juntos, podem auxiliar na definição de tal estratégia - SOA é uma estratégia de TI para melhor atender o negócio e não apenas um projeto de desenvolvimento
ou algumas ferramentas. Não existe SOA, por exemplo, se a empresa possui apenas um sistema.
Um dos principais erros na conceituação de SOA atualmente, mostra SOA como pura tecnologia, por exemplo, Web Services e EJBs. SOA tem dois aspectos fundamentais: a necessidade de se mapear processos e de ter governança SOA. Sem esses elementos não é possível obter os benefícios com SOA.

Caixa de Recados (10 comentários)

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Às 17:36 em 25 abril 2010, Felipe Ramalho disse...
Aew xD Nao sei se vc Lembra de min cara mas falei com tigo no Msn Quando vc tava comecando no Asp.net Lembra?
Se nao Lembra nao fais mal ADD ai trokei de MSN
feliperamalho89@gmail.com
ta Dominando Asp.net ja?
Às 16:12 em 2 fevereiro 2010, Armand disse...
Voce chegou a selecionar todos os métodos no diagrama?Caso tenha feito, será gerado, caso contrário, não.Lembre-se que a versão do 2010 é beta, tem situações a serem melhoradas.Quando testei, consegui gerar todos os métodos existentes. Porém, verifique se são métodos realmente ou se são propriedades, pode ser que ele não nenda uma propriedade como método/função. Pegue a classe, gere um CD local e verifique o que é.
Às 11:23 em 21 janeiro 2010, BRUCE WAYNE disse...
Blz, Fernando quando eu descobrir certamente compartilho com vcs ai...vlw!
Às 11:07 em 21 janeiro 2010, Fernando Gonçalves disse...
Sinceramente não sei como você poderia fazer o diagrama a partir do código, pois ainda não "brinquei" com os diagramas do VS2010. :(

Se você descobrir como acho que seria muito legal se você fizesse um post no blog aqui da comunidade explicando como.... O que você acha?

[]'s,
Fernando Gonçalves
Às 7:22 em 16 janeiro 2010, Fernando Gonçalves disse...
Clica lá em Help | About e veja qual a versão do seu VS.

O meu esta abaixo:

Às 14:15 em 12 janeiro 2010, Fernando Gonçalves disse...
Veja as imagens abaixo. Elas não aparecem no seu VS2010? Qual a versão que você baixou? A Ultimate?


Às 12:14 em 12 janeiro 2010, Fernando Gonçalves disse...
Na verdade a parte de diagrama de sequencia a partir do código só existe no VS2010 mesmo essa é uma das novidades da nova versão.

Infelizmente não conheco nenhuma outra ferramenta que faça isso. Se for possível você pode baixar o VS2010 Beta2 neste endereço: http://msdn.microsoft.com/pt-br/evalcenter/ee364693.aspx

Espero ter ajudado.

[]'s,
Fernando Gonçalves
Em 9:29am on janeiro 07, 2010, BRUCE WAYNE adicionou um presente a seu próprio perfil...
Às 16:31 em 3 agosto 2009, Flávia Moreira disse...
Duvidas é só postar no Group de silverlight ou blend! Que o grupo responde!
Big Abraço
Às 13:12 em 3 agosto 2009, Flávia Moreira disse...
Olá! Obrigada pelo convite
 
 
 

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